Entenda melhor as diferenças entre custos fixos e custos variáveis

Entre todas as atividades realizadas no dia a dia de centros automotivos e oficinas mecânicas, a gestão financeira é uma das mais importantes para o sucesso do negócio. É indispensável levantar custos fixos e variáveis, a fim de reduzi-los, sempre que possível.

Para que qualquer empreendimento cresça e prospere, não basta prestar um bom serviço e ter uma cartela de clientes fiéis. É claro que isso é essencial, mas também é necessário controlar todos os gastos do seu estabelecimento. Dessa forma, você diminui aquela impressão de que está trabalhando mais do que recebendo.

Pensando nisso, elaboramos este conteúdo que reúne informações sobre custos fixos e custos variáveis e fala sobre a importância de se fazer uma boa gestão financeira no seu negócio. Confira!

Quais as diferenças entre custos fixos e custos variáveis?

As diferenças entre esses dois fatores financeiros são bastante evidentes. Veja a seguir.

Custos fixos

São gastos com os quais é preciso arcar todos os meses, independentemente do faturamento. Eles estão diretamente relacionados às demandas estruturais da oficina, pois abrangem os custos relacionados à capacidade de execução e finalização de serviços.

Vale ressaltar que custo fixo não significa que os valores serão sempre os mesmos. Isso indica somente que um determinado gasto será mensal, não importa o volume de produtos vendidos ou serviços prestados.

Confira alguns exemplos de custos fixos:

  • aluguel do imóvel;
  • contas de consumo (água, luz, telefone, internet etc.);
  • manutenção periódica de máquinas e equipamentos;
  • salário dos funcionários;
  • vigilância (alarme e câmeras de segurança).

Custos variáveis

Ao contrário do custo fixo, o custo variável sofre alterações em curto prazo. Geralmente, está vinculado a algum fator inconstante na realização de obrigações administrativas, tarefas ou venda de produtos.

Os exemplos mais comuns são:

  • despesas bancárias;
  • insumos de serviço, como peças adquiridas;
  • juros e tributos.

Repare que os três elementos citados podem sofrer variações, de acordo com a quantidade de serviços prestados no mês. Ou seja, existe uma conexão direta entre eles — e tudo isso atinge o preço de venda.

No caso de uma oficina mecânica, os custos relacionados à compra de componentes de manutenção, como conjuntos de freio, por exemplo, variam conforme a demanda por esse tipo de serviço. Lembrando que, se não houver procura, esse custo pode não ocorrer. Ou seja, quanto maior o volume de automóveis no seu estabelecimento, maiores serão seus custos variáveis.

Por que é importante fazer uma boa gestão financeira na oficina?

Após levantar todos os custos fixos e variáveis, fica mais simples diagnosticar a saúde financeira do seu negócio. Afinal de contas, é importante que você saiba exatamente como está a sua receita, suas despesas e, enfim, como pode deixar esse processo mais favorável.

Uma gestão financeira, quando é bem-feita, permite que você:

  • tenha controle das contas a pagar e a receber, reduzindo o risco de fechar o mês no prejuízo ou com dívidas;
  • planifique o seu fluxo de caixa para projetar o progresso da sua oficina, de maneira sustentável, fazendo investimentos inteligentes de longo prazo;
  • faça reposições de estoque com maior precisão, evitando gastos supérfluos.

O fato é que organizar as finanças influencia em outros assuntos e departamentos, desde a gestão de funcionários até a capacidade de programar o crescimento do negócio. Todos os processos podem se beneficiar desse tipo controle, especialmente se você automatizar as atividades da sua oficina, por meio de um software de gestão.

Este artigo sobre custos fixos e custos variáveis foi útil? Aproveite o gancho do tema para conhecer nossas dicas de redução de custos em oficinas!

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